domingo, 28 de fevereiro de 2010

Esta família apoia Serra . E você?

O mote da campanha de Geraldo Alckmin em São Paulo, precisa ser ampliado para todo o Brasil, no apoio a José Serra. O envolvimento das famílias é um ótimo caminho. Já coloquei minha casa à disposição como comitê residencial do tucano. Faça isso também. Vamos inundar o Brasil de comitês pró-Serra e expulsar de vez os petistas do mando da Nação.

Campanha em SP: “Esta família apoia Geraldo. E você”?

A cúpula tucana reunida em São Paulo, esta semana, descartou outras alternativas para confirmar apoio à candidatura mais bem avaliada para disputar a sucessão de José Serra ao governo paulista: do ex-governador Geraldo Alckmin. Na capital paulistana, os dirigentes tucanos aprovaram a proposta de instalar 5 mil comitês residenciais, que serão identificado pela faixa: “Esta família apoia Geraldo. E você”?

CH

O PTB deve fechar aliança nacional com o PSDB para apoiar Serra

O PTB deve fechar aliança nacional com o PSDB para apoiar a candidatura do governador de São Paulo, José Serra. O presidente nacional do partido, Roberto Jefferson, já conversou com o candidato tucano sobre a parceria no primeiro turno, ampliando a coligação dos partidos de oposição, hoje composta apenas pelo DEM e pelo PPS, além do PSDB. O acordo não está sacramentado, mas Jefferson antecipou ao Estado de SPaulo que esse é seu desejo e a tendência natural da base petebista.


presidentes
O ganho de incorporar mais uma legenda à coligação nacional vai muito além do minuto a mais que o PTB e o PSC poderão somar ao programa de Serra. A conta total também interfere na divisão do tempo que cabe exclusivamente ao candidato a presidente de cada coligação. Em um cenário com as candidaturas de Serra, Dilma, Marina Silva (PV e PSOL) e Ciro Gomes pelo PSB, o candidato tucano em aliança com o DEM e o PPS teria um minuto e meio.

É pouco, frente aos 2m48 da petista em uma coligação ampla de partidos - PT, PMDB, PDT, PC do B, PR, PTB, PP, PMN, PTC, PHS, PAN, PRB e PT do B - que o Planalto espera reunir em torno de sua candidata. Nesse caso, Dilma teria quase o dobro do tempo de Serra - 1 minuto e 17 segundos a mais - para se comunicar diretamente com os ouvintes e telespectadores de todas as emissoras Brasil afora. A situação só melhora para os tucanos na simulação em que o PSDB tira o PTB da petista e ainda acrescenta o PSC a sua coligação. Serra passa a ter quase dois minutos para dar seu recado ao eleitorado, e Dilma segue confortável, com 2 minutos e 56 segundos.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Datafolha: Diferença pró Serra é de mais de 6 milhões de votos

Pesquisa Datafolha mostra que a ministra petista Dilma Rousseff com 28% e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 32%. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas maiores de 16 anos

Com base nos resultados obtidos por ambos os candidatos, por região, a vantagem de Serra, no momento, é de cerca de 6,3 milhões de votos.

Isso considerando o número de eleitores por região, segundo o TSE - Dezembro / 2009

N/CO: 18.952.039
NORDESTE: 35.679.053
SUDESTE: 57.520.315
SUL: 19.748.776
EXTERIOR: 154.097
TOTAL 132.054.280

Os números de Serra
SUDESTE Serra - 38% ----- 21.857.719
SUL Serra - 38% ----- 7.504.534
N/CO Serra - 32% ----- 6.064.652
NORDESTE Serra - 22% ------ 7.849.391
TOTAL Serra 43.276.296


Os números da Dilma
SUDESTE Dilma - 24% ----- 13.804.875
SUL Dilma - 24% ----- 4.739.706
N/CO Dilma - 29% ----- 5.496.091
NORDESTE Dilma - 36% ----- 12.844.459
TOTAL Dilma ----- 36.885.131


Do total de eleitores apontados pelo TSE (132.054.280) os percentuais conferem

28% (Dilma) é = a 36,9 milhões de votos,

32% (Serra) é = a 42,2 milhões de votos (Serra ainda tem margem de 1 milhão de votos)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Catarinense não vota em terrorista

Santa Catarina é um estado com invejáveis índices sócio-econômicos. Nunca foi governado por petistas. Três grandes pólos regionais - Chapécó, no Oeste, Criciúma, no Sul, e Blumenau, no Vale do Itajaí, tiveram a triste experiência de serem comandadas pelo PT. Hoje, as três vivem novos tempos, reoxigenadas, revitalizadas e prósperas. Chapecó, no segundo mandato de João Rodrigues (DEM); Criciúma, no primeiro de Clésio Salvaro (PSDB), e Blumenau, também nas mãos do DEM, com João Paulo Kleinubing, reeleito em 2008.

Em 2006, Santa Catarina deu a Lula (o mito) sua segunda pior votação proporcional em todo o país. A surra só foi maior em Roraima.

Em 2010, Santa Catarina dará a Dilma um único recado: Catarinense não vota em terrorista.

O cadáver no caminho de Lula

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Fogaça fora da disputa. Bom para Yeda

Diz o jornalista Políbio Braga em seu blog:

" Quem dá como favas contadas a candidatura do prefeito José Fogaça, não conhece o prefeito José Fogaça.

. Caso encrespe a aliança com o PDT, Fogaça não será candidato. Isto é certo como dois e dois são quatro.

. Encrespar, em política, é um verbo que se conjuga com o verbo exigir.

. O editor falou com o presidente do PMDB de Porto Alegre, o deputado Luiz Fernando Zacchia, que nesta quarta estava em Istambul, Turquia. O que disse Zacchia: “Sozinho, o Fogaça não sairá da prefeitura”. "

Sem dúvida uma notícia alvissareira, já que sem Fogaça no páreo o PMDB deve apoiar a Yeda (PSDB) e aumenta o isolamento de Tarso Genro (PT)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Vamos pressionar o STF para julgar o Mensalão do PT

Como anda o processo do Mensalão do PT? Passados cinco anos, não temos notícia que sinalize que os crimes cometidos contra a República serão punidos.

Estamos cansados de ver duas Justiças neste país. A que vale para a Oposição e a que vale para o Lula/PT e aliados.

É o STF, o TSE (que ainda não se pronunciou sobre o julgamento de Marcelo Deda/PT, governador de Sergipe), a Polícia Federal que ainda não descobriu a origem da montanha de dinheiro dos aloprados do PT no caso do dossiê contra os tucanos.

O MP e a PF que infernizaram a vida da governadora Yeda, no RS, e que estão infernizando o vice-governador de SC, Leonel Pavan , com o claro objetivo eleitoral...

São muitos os casos de dois pesos e duas medidas. O País está desacreditando na
Justiça , o que é grave, gravíssimo.

Deixe seu recado no STF, preenchendo o formulário na Central do Cidadão

http://www.stf.jus.br/portal/centralCidadao/mensagem.asp

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A pedra no caminho do PT

Petistas sonham diuturnamente com a chegada ao poder. A definitiva chegada ao poder. Não esse, que Lula proporcionou. Isso foi muito pouco, pensam os caciques do esquerdismo troglodita.

Com Dilma, Lula é rei posto (pra fora.) Lula massacrou o PT, esmagou lideranças, ridicularizou companheiros, tomou espaços do Partido para entregar a aliados, especialmente ao PMDB. Lula construiu o lulismo, por mais que o PT queira negar.

O PT engoliu calado, inclusive as várias revisões do famigerado PNDH 3 e as suavizadas no Plano de Governo feito para Dilma. o PT engoliu Lula dizendo que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Ou seja, que o Plano do PT era só para militância aplaudir. Será???

Um governo Dilma seria o governo de uma quadrilha de terroristas que no passado pegou em armas, e no presente lidera uma SOC (Sofisticada Organização Criminosa).

Todos os homens da candidata têm seu passado ligado às armas não pela restauração da Democracia, como querem vender aos bobos, mas para implantar sua própria Ditadura.

Ninguém se torna um Democrata treinando em Cuba, recebendo apoio financeiro da China, da Coréia, da ex URSS, da Albânia. Ninguém pode se dizer Democrata se ainda tem como ídolos Fidel e Chávez, se avança sem pudor contra a liberdade de expressão, o direito de propriedade, o direito de escolha do que assistir, ler ou comer.

No poder, essa Quadrilha daria um bom Pé no traseiro de seus aliados “reaças”. A começar pelo próprio Lula. Eles não iriam precisar mais dele.

Eles têm todas as Centrais Sindicais; as entidades antes emblemáticas e hoje pelegas, como ABI, UNE CIMI e tantas mais; Eles têm o MST, as Farcs, o dinheiro de Chaves (que levou os empréstimos do BNDES), de Evo (que nos tomou as refinarias da Petrobras), de Lugo (que vai levar U$ 360 milhões /ano) e do Sarcozy (não preciso falar quanto vai levar e quanto vai “devolver”). Eles têm o dinheiro de ONGs estrangeiras que lucram milhões com a extração de minérios nas fronteiras deliberadamente não patrulhadas e nas imensas demarcações de reservas indígenas.

Eles têm os dossiês da polícia política de Tarso para desovar.


Mas o PT encontrou uma pedra no caminho. A rede Blogs pela Democracia, o mais vigoroso, espontâneo, desinteressado (no bom sentido) e autêntico grupo de blogueiros pronto a dar um BASTA!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Serra X Dilma, a diferença começa no currículo

Jose Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.

Dilma btem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.

Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.

No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

Em 1964, exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.

Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.

Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.

Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.

Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.

Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.

Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."

Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.

Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.

Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.

Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava oi grupo de transição.

Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.

Em 2006, elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De lá para cá, vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.

Um bom motivo para nascer

Sempre fui avesso às modernidades tecnológicas. Essa coisa de Orkut, facebook, blog não me despertava a menor curiosidade. Minha praia é a política e, por causa dela, virei frequentador assiduo de blogs políticos. Como antipetista convicto, me entusiasmei com a iniciativa do Coronel. E aqui estou, criando meu próprio blog para participar dos Blogs pela Democracia, uma rede que vai dar muito trabalho aos petralhas. E isso é muito mais do que um bom motivo para nascer.